<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-14290314367106274</id><updated>2011-11-26T17:50:53.009-08:00</updated><title type='text'>Clacissismo Moderno</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://clacissismo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14290314367106274/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clacissismo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Anne Gabrielle</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05872187995909428324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_lUbYv_wmobQ/TNlWF8PJA3I/AAAAAAAAAQo/TFkm6b94x9E/S220/GORK%2BE%2BGRENN%2BPRO%2BBLOG%2BCLACISSISMO.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-14290314367106274.post-4123015574606787584</id><published>2011-08-08T14:23:00.000-07:00</published><updated>2011-08-27T13:53:17.259-07:00</updated><title type='text'>Clacissismo - O Conhecimento</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="box"&gt;&lt;div class="box_content"&gt;&lt;h1&gt;Sobre o Clacissismo&lt;/h1&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;O Clacissismo nasceu de uma maneira instintiva. Hoje, três anos após sua concepção, é possível entendê-lo melhor. Parece incrível, mas foi em um único dia. Estávamos em casa e...ele aconteceu. Pegamos um papel e a pirâmide foi feita em alguns minutos, surgiu. Depois dela vieram outros, com relativos significados.Isso acontece em religiões, acontece na arte, nas ciências... “o contato”. Não há um porquê explícito ou implícito, mas você sabe que aquilo pertence a um veio de algo muito maior. A história resumida segue abaixo e o seu conceito estará disponível no site www.lighton.com.br&lt;/span&gt;&lt;span class="MsoHyperlink"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;com as informações adicionais,futuramente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;img alt="" height="565" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000019-f10d0f202f/La%20Pyramid%20de%20Oxxer.jpg" width="470" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1&gt;&lt;u&gt;Conhecimento&lt;/u&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Corpo e Alma &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;deveria ser o ponto de partida de qualquer conhecimento, seja em sua parte intuitiva ou racional, procurando uma harmonização na sua forma singular. Isso nos levaria a uma percepção de homem e natureza, teríamos uma concepção &lt;i&gt;adaptável &lt;/i&gt;ao planeta, nossa sociedade assumiria uma forma funcionalizante, e não, profissionalizante, a idéia de flores livres no jardim e não de aquarela, cores misturadas, uma sociedade unida pela livre aceitação, a idéia do dom, a idéia de células especializadas pela sua função, não por um mercado profissionalizante. É difícil conceber isso em dias atuais, dado que o emprego assumiu uma função prioritária em nossas vidas. Mas já foi assim antes das grandes religiões chegarem. Egípcios, Persas, Druidas... isso é uma discussão de grosso calibre, mas a antropologia tá aí pra validar essa informação. Mesmo hoje, sociedades indígenas espalhadas pelo mundo carregam ainda estes vestígios de seus ancestrais. Mas algo aconteceu e a história pendenciou para um tipo de pensamento que domina o mundo: a democracia globalizada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O Clacissismo interpreta e busca as respostas para o que foi esse algo e desenvolve uma nova taxionomia para conceitos de &lt;i&gt;sociedade, poder, Estado, homem &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;Natureza.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="" height="467" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000024-51a42529e4/A%20TANZI%20PRO%20BLOG02.jpg" width="501" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="margin-left: 21pt; text-align: justify; text-indent: -0.25in;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Symbol;"&gt;·&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-family: Symbol;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Taxionomia Atual do Conhecimento&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;Conhecimento – Informação – Educação – Cultura – Arte – Profissão&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span closure_uid_op26co="107" lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;Hoje a forma como o conhecimento tem sido passado segue a lógica acima. A própria arte passou a ser ensinada, deixou de ser arte para ser arte-ofício, ou um artifício, zero de intuição. Isso é uma crítica bastante aceita. O que vemos hoje é um clone de algo que já foi feito há muito tempo atrás. Muitas vezes o artista se pergunta se aquele trabalho é realmente seu e depois percebe que aquilo já foi feito anteriormente e que aquilo é um reflexo, muitas vezes até sublinhar, dada a influência e a massificação e como os aspectos mercadológicos influenciam e isso é parte deste processo democratizante na orientação de um artista. A arte é um extremo desse raciocínio, pois “deveria ser” basicamente intuitiva. Mozart era um flautista e, por nascer em Viena, foi orientado ao piano, mas se tivesse nascido na África poderia perfeitamente ser um tocador de atabaque. Hendrix é apontado como o maior guitarrista de todos os tempos e não conhecia uma nota musical. Não é discordar do método nem das psicologias que envolvem o aprendizado. Hoje o meio mais eficiente de se ensinar é através do computador e, de certa forma, as duas empresas que dominam o mercado de informática, &lt;i&gt;Microsoft &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;Apple&lt;/i&gt;, compartilham um pouco dessa visão. A &lt;i&gt;Apple &lt;/i&gt;buscou se especializar em um conhecimento mais intuitivo, sendo a maioria de seus usuários, artistas (e quase faliu por isso), enquanto a &lt;i&gt;Microsoft&lt;/i&gt; (se não fosse pelo seu ambiente office) e por uma visão mercadológica destinada a atender a grandes corporações, não deteria a maioria do mercado, digo, a forma de como se quer obter conhecimento vem sendo direcionada, controlada, posicionada e atende aos objetivos de um funcionamento sistêmico. Embora isso faça parte da “vontade social” é impossível afirmar se o caminho do conhecimento seria este se não houvesse algo ditatorial por trás dessa &lt;i&gt;democracia globalizada&lt;/i&gt;, a qual carinhosamente chamamos de&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;O Caminho da Paz.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div closure_uid_op26co="101"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Questões como por quê que o conhecimento é voltado ao emprego, por que a arte perdeu sua intuição, por que não conseguimos ter um conceito de reserva florestal proibida, por que a sustentabilidade está comendo a floresta Amazônica, não podem ser entendidos com a taxionomia existente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;img alt="" height="389" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000018-701bc7115e/Slide1.JPG" width="520" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="box"&gt;&lt;div class="box_content"&gt;&lt;h1&gt;&lt;u&gt;Educação&lt;/u&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Alguém aceitaria hoje estudar, fazer o rito natural, primário, secundário, faculdade, cursos de pós-graduação, doutorado, especializações, adquirindo um vasto conhecimento, se tudo isso não fosse voltado para o mercado de trabalho? Sem ganhar nada? É importante ter uma profissão, mas não é isso que está se discutindo. Isso não é intuitivo como uma criança que pega um objeto em suas mãos e num gesto involuntário leva a boca, ela não foi educada pra isso, muito pelo contrário, será deseducada para isso, ninguém entende por que a natureza a educou desse jeito. Hoje qualquer indivíduo em uma sociedade pensa e age como o quadro do homem democrático exposto na aba do conhecimento. Como seria o mundo sem o capitalismo? Como seria viver sem toda essa tecnologia? Talvez estejamos mais perto que nunca de responder essa pergunta, não porque percebemos que toda essa eficiência carrega em si enormes malefícios, mas porque a natureza possa nos ensinar da pior forma possível. Nem toda nossa enorme habilidade política em negociar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1&gt;Roseta de Hustin: Todas as opções disponíveis e liberdade de escolha.&lt;/h1&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Roseta de Hustin:&lt;/u&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;u&gt;Aplicabilidade da Roseta ao caso Brasileiro:&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" height="191" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000007-5180d527b6/roseta%20de%20hustin%20III.jpg" width="260" /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;img alt="" height="191" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000008-e2853e37c6/roseta%20de%20hustin%20IV.jpg" width="267" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Numa sociedade equilibrada (harmoniosa), religião, homem e natureza, não se sobrepõem. Entenda-se por religião a forma desarmoniosa como se vê Deus e como essa visão se propagou ao longo da história, manipulando vontades sociais. Hoje, sua forma visível, são as instituições, partidos políticos, o Estado, o poder coletivo, que nos dias atuais, se manifesta através da política. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Entenda-se “homem” como os interesses individuais e a natureza,como o meio ambiente, a terra, nosso planeta. No exemplo de aplicabilidade ao caso Brasileiro da roseta de Hustin, está havendo um excesso de religião e um excesso de interesses individuais sobre a natureza. Curiosamente, chamamos isso de modelo sustentável. O problema desse modelo, associado à pirâmide, é que é impossível encontrar o equilíbrio proposto na Roseta. A sustentabilidade falada e idolatrada, não protege &lt;u&gt;em nada&lt;/u&gt; a natureza. É só uma ilusão, algo em que queremos acreditar, pela forma estúpida como a história caminhou. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Liberdade para escolher e todas as opções disponíveis. Assim deveria ser uma democracia, que é basicamente a defesa da liberdade que deveria ocorrer no contexto &lt;i&gt;homem social em busca da igualdade.&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;O homem social, no entanto, não passa de um &lt;i&gt;homem individual&lt;/i&gt;. A soma destes homens individuais representa esse deus coletivo,o qual chamamos de &lt;u&gt;sociedade&lt;/u&gt;. A busca da satisfação só ocorrerá após a união a este enorme grupo fragmentado em múltiplas partes,onde a família é a menor parte e o Estado, a maior. Não conseguimos tomar decisões sociais sem que elas sejam filtradas pelas religiões. A democracia pode ser resumida como o &lt;i&gt;governo dos iguais &lt;/i&gt;ou das &lt;i&gt;diferenças majoritárias&lt;/i&gt;. as diferenças precisam ser eliminadas para que a igualdade prevaleça com um poder totalitário. Daí esse modelo de democracia ser voltado para a destruição de qualquer coisa que reflita diferença. É fácil visualisar que nada impôe mais diferença a uma sociedade democrática que a natureza. É preciso eliminá-la para que a democracia funcione e a igualdade enfim exista. Enquanto o verde não for eliminado não haverá um sistema divino criado pelo homem&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;O Mundo Democrático: Igualdade&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;&lt;u&gt;O Mundo Individual: Liberdade&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;img alt="" height="185" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000010-ed76cee71e/ROSETA%20LARANJA%203.jpg" width="185" /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;img alt="" height="180" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000009-7433f752e0/ROSETA%20AZUL%203.jpg" width="180" /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A &lt;i&gt;Roseta&lt;/i&gt; é um desenho de contato, associa a idéia que a democracia é uma árvore, da qual brotaram três folhas. Em uma sociedade a vontade social seja respeitada, as flores têm que produzir estes aromas em um jardim, denominado sociedade. Para que essa harmonia aconteça, as flores não podem ser movidas, posicionadas ou arrancadas, isso quebraria um espírito democrático. Entenda-se que, se a sociedade tem um corpo, deve ter também uma alma. E de fato tem, é a paz. Sem a sua &lt;i&gt;capa democrática&lt;/i&gt;, o corpo, ela não existiria, pelo menos em tese, já que a democracia é apenas um conceito, uma idéia. E essa idéia surgiu de outras duas idéias: igualdade e liberdade, que sofreram evolução ao longo da história, pelo menos é isso que se pensa. O que o conjunto dessas idéias representam de fato são apenas suposições. A &lt;i&gt;Roseta de Hustin&lt;/i&gt; é uma tentativa de elucidar de uma forma menos acadêmica esse jardim social que chegou até nós através de um processo educacional. A cultura é apenas um pedaço do conhecimento adquirido através de um processo educacional.A democracia sendo exercida ao extremo, como vem ocorrendo, uma democracia globalizada, as diferenças majoritárias aumentariam, gerando ilhas de diferenças minoritárias, ocorreria o monopólio absoluto. É difícil prever como seria a economia em tais condições, mas não haveria mais concorrência. A produção seria tutelada por um poder social, nesse mundo não haveria mais natureza, questões como relações de troca e organização da produção não seriam relevantes, mas que estas seriam totalmente tuteladas, digo, o que produzir e a tecnologia empregada, seria sob essa democracia exercida ao extremo. Neste momento ocorreria um fenômeno: supressão de autonomia política. A individualidade se comprimiria ao extremo e a unidade se fragmentaria, a vontade social não mais representaria um sistema político democrático.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;No mundo individual a liberdade seria exercida sem controle, cada um por si, não haveria monopólio e sim uma concorrência imperfeita. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Em ambos os casos não há um conceito de comunismo como proposto por Marx Engels, pois no modelo democrático existe o Estado e no modelo individual não existe a igualdade. Marx não observou que para haver igualdade é necessário haver justiça, e essa por sua vez precisa ser tutelada, daí a necessidade da existência de um poder social. A propriedade não pode ser um fator limitante desta idéia pois a mesma se submete a sanções sociais, digo, movimentos direcionados a preservação da posse na esfera individual do qual nenhum indivíduo delega a ninguém. Dela fazem parte os indivíduos, sua família, os conceitos pessoais, ou seja, isso não limitaria a implantação de igualdade, mas da liberdade. É nesse âmbito que o sistema sofre corrosão. A democracia veio para resolver essa dicotomia: igualdade versus liberdade. É isso que o direito faz, é isso que está escrito em nossa constituição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Em síntese, a democracia funciona muito bem para remover os muros sociais: preconceito, discriminação e tais diferenças como as econômicas, culturais, etc., mas sobrariam as cercas que protegeriam a individualidade. Esta, fruto de um conceito maior, que não pode ser abordada no estudo aqui pretendido: &lt;u&gt;A &lt;i&gt;Singularidade&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A força que forma um só,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas não o um sozinho,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Um maior.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Não existe metade,mas dois uns&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Um número diferente,um número inteiro&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Um número completo,um número complexo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mais que absoluto,não pode ser separado nem convertido,sequer divisível ou subtraído&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Uma soma abstrata que não pode ser modificada,como um número comum,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Apenas interpretada,como a essência do um.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="box"&gt;&lt;div class="box_content"&gt;&lt;h1&gt;&lt;u&gt;O Cubóide&lt;/u&gt;&lt;/h1&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img align="left" alt="" height="292" hspace="12" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000012-662a466a86/CUB%C3%93IDE%20CONCLU%C3%8DDO.jpg" width="300" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quando falamos em reverter os malefícios políticos causados pela corrupção nos Estados Democráticos, geralmente culpamos a falta de educação do povo. Mas, nenhum dos sistemas propostos pelo &lt;i&gt;homo sapiens&lt;/i&gt; se mostrou imune a estes malefícios, presenciados amplamente ao longo da história e hierarquicamente distribuídos do topo a base de uma sociedade, algo que contraria a vontade social, que instituiu um poder na forma de Estado, para protegê-la, em tese, da corrupção. O próprio Montesquieu, que propôs a separação dos poderes, previu que a sociedade precisava de alguma forma, controlar este poder delegado e não se basear apenas na opinião de juízes, quando da afirmação de inadequação da lei a um direito fundamental. Nossa educação é voltada para submissão, a aceitação de um poder central controlador. E isso ocorre porque o homem pensa no que é importante a partir de seus ideais, de suas representações do bem, de suas convicções religiosas, de suas percepções do mundo, denominando tudo isso de “concepção moral”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Apesar das concepções morais serem várias e contraditórias, como o caso do aborto, existiria um consenso que as pessoas racionais e razoáveis, dentro de uma sociedade, aceitariam como uma concepção pública. Condições justas de cooperação social em um mundo marcado pelo pluralismo, o &lt;i&gt;overlapping consensus&lt;/i&gt;, amplamente usado nos estudos de direito. Acreditamos que nossa sociedade está sempre bem representada, e que o positivismo legal possa sofrer uma contraposição jurisdicional em prol da sociedade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Uma sociedade democrática caracteriza-se pela existência de instituições, mas o que se percebe é que essas instituições servem mais aos interesses do Estado do que os da sociedade, por estas serem controladas por partidos ou estarem de alguma forma vinculadas a ele. De modo que, ainda que se busque uma democracia deliberativa onde a discussão social representasse a vontade social de fato, o que se vê são conflitos de interesses dentro do próprio Estado e não a defesa de bons argumentos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A vontade social é sempre delegável e essa visão só pode ser superada pela pirâmide clacissista, que vê o Estado e todas as suas instituições, a forma como isso evoluiu de Religião-Estado-Sustentabilidade (as mentiras superpoderosas) à aceitação de um controle total.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O Voto&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Alheio aos interesses coletivos &lt;br /&gt;Mas preocupado com sua sobrevivência &lt;br /&gt;Perceptivo ao funcionamento mandatário &lt;br /&gt;O cidadão permaneceu calado, &lt;br /&gt;Posto de lado, &lt;br /&gt;Quase sempre cobrado, &lt;br /&gt;Certo de que já nasceu obrigado&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Eleição&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A escolha, &lt;br /&gt;Definição vazia de um medo: opinar, &lt;br /&gt;Fazer algo coletivo, &lt;br /&gt;Subjugar sua vontade frente à sociedade inquisidora &lt;br /&gt;Você elege o candidato e ele vota em você &lt;br /&gt;Você se torna membro. Assim, o seu escolhido se &lt;br /&gt;Mantém no cargo público &lt;br /&gt;E você, &lt;br /&gt;No cargo privado. &lt;br /&gt;É apenas o começo das escolhas intermináveis &lt;br /&gt;Que farão parte de seu caminho já escolhido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="box"&gt;&lt;div class="box_content"&gt;&lt;h1&gt;Estado: A Matrix&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img align="left" alt="" hspace="12" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000013-bc448bcbe3/ESTADO%20A%20MATRIX.jpg" style="height: 299px; width: 432px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;A definição de “Estado” encontra-se também no nosso site já citado.&lt;/span&gt; O desenho é autoexplicativo. Nós achamos que todos concordam com essa explicação, que não é nenhum segredo. A diferença é que, em nossa interpretação, o Estado não é apenas&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;o poder delegado da sociedade que ocupa um território e que se espalha pelas suas burocracias estatais, tutelando todas as garantias e deveres ou, basicamente, a obrigatoriedade dos deveres muito mais que as garantias miadas. Este emparelhamento jurídico e “burrocrático” evoluiu (talvez o termo não seja esse)...transformou-se em uma classe social. Algo que nem Marx nem Adam Smith nem Keynes, nem qualquer ciência contemporânea previu, ou pior ainda, consegue contextualizá-la. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quando falamos em buscarmos uma democracia deliberativa, onde um poder judiciário seja capaz de defender a sociedade de uma ameaça à violação, digo, uma oposição entre o direito fundamental e a lei onde os casos mais extremos levam às famosas Ações de Inconstitucionalidade, acreditamos que haveria ou haverá uma solução desse empasse entre uma representação argumentativa a cargo da jurisdição em prol da sociedade contra uma decisão tomada pelo poder legislativo. Ainda que a argumentação do poder Judiciário supere a argumentação política concretizada em lei, esta seria sempre tendenciosa para esse Estado gestor e tutelador de nossa liberdade de expressão. Dito de outra forma, se aceitarmos que o Estado é uma classe social e que a sociedade também é, a sociedade não possui um poder capaz de representa-la. Daí argumentarmos a necessidade da criação de poderes para essa sociedade, poderes estes &lt;u&gt;independentes&lt;/u&gt; do Estado, capaz de legislar e julgar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Em nosso modelo Clacissista desenvolvemos uma teoria sobre isso, explicando que os bairros são a menor fração de um território e que é a partir deles que deveríamos propor a distribuição das formas de poderes, não de uma forma distrital, pois esta estaria atrelada ao Estado. Além do mais dentro de uma Federação, diferentemente de uma Confederação, onde haveria diferentes leis em uso, em comunidades diferentes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Em termos jurídicos e no caso brasileiro, argumenta-se que uma discussão pública não seria democrática, pois a maior parte da população não possui todas as dimensões dos direitos fundamentais. Sua sobrevivência seria mais importante que qualquer questão complicada de “interesse nacional”. Daí achar que o espaço público não pode ser o loco para discussões que possibilitem a participação de toda a população, pois estes, sem as garantias das cinco dimensões dos direitos fundamentais, não teriam como participar de um amplo debate nacional sobre questões relevantes. Segundo algumas teorias como habermasiana, há a necessidade da existência de instituições capazes de exercerem a função preservacionista das decisões do povo posta no texto constitucional, já os procedimentalistas acreditam que inexista conteúdo substancial na tutela dos direitos fundamentais pelo Estado, posto que não são aceitos por todos os cidadãos de forma pacífica. E os constitucionalistas argumentam que a &lt;b&gt;lei só será lei se não ferir nenhum direito fundamental.&lt;/b&gt; Dito de outra forma nossa constituição se baseia na tutela dos direitos fundamentais. Mas, as correntes que formam o direito argumentam a inexistência de uma capacidade de tutela, uma inexistência de consenso em priorizá-los e uma dificuldade em defini-los. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O Estado, em seu pano de fundo, argumenta que tais instituições que controlariam o núcleo essencial dos direitos fundamentais, não teriam uma especificação concreta que impeça a sua manipulação, digo, estas se corromperiam também e a possibilidade de se sobrepor à lei maior, fragilizaria a normalidade dos dispositivos constitucionais, esvaziando a força de garantias jurídicas que protegem o desenvolvimento das sociedades humanas. E até concordamos com estes argumentos, acreditamos que qualquer instituição criada no âmbito Estado já nasce corrompida. O que propomos, haja visto o caso Amazônico em que das 17 ONG’s com finalidades ambientais, as 17 estavam envolvidas com corrupções, é um conselho de pessoas com conceituado renome, nacional e mundial, médicos, cientistas, filósofos, artistas, professores e etc, que possam produzir pareceres e gerar discussões, que resultassem em lei, ainda que contrária ao próprio “interesse” do Estado. Hoje temos tecnologias suficientes para gerar discussões nacionais, ainda que seja numa pequena fração da população e não haja nenhuma representatividade política. Isso seria uma &lt;b&gt;democracia deliberativa&lt;/b&gt;, já mais próximos da &lt;i&gt;Roseta de Hustin&lt;/i&gt;, com todas as opções disponíveis e a liberdade de escolha. Mas como podemos classificar a forma de representatividade democrática atual formada por X Deputados Federais, X Deputados Estaduais, X senadores e 7 ministros do STF? Um estágio evolutivo da democracia ou uma democracia ditatorial?&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A &lt;b&gt;sustentabilidade&lt;/b&gt; proposta, é filha do cruzamento do &lt;b&gt;capitalismo &lt;/b&gt;com a &lt;b&gt;democracia&lt;/b&gt;, democracia esta, filha da &lt;b&gt;igualdade&lt;/b&gt;, presente lá no topo da &lt;i&gt;Pirâmide de Oxxer&lt;/i&gt;. Só para relembrar, para que exista &lt;b&gt;&lt;i&gt;igualdade &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;é necessário a &lt;b&gt;&lt;i&gt;justiça&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, pois só assim conseguiríamos a &lt;b&gt;&lt;i&gt;liberdade&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, ou seja, &lt;b&gt;&lt;u&gt;a democracia&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O sistema democrático é o sistema do nosso milênio, todas as nações do mundo deverão adotá-lo, até mesmo aquelas onde as religiões as limitam. A partir desse princípio, não é difícil deduzir que existirá uma nova ordem mundial democrática que defina os direitos fundamentais pro planeta. Antecipando-se a isso, não é difícil deduzir que a Amazônia será um destes direitos fundamentais, assim como a Antártida já é. A Amazônia tem que ser tratada como Galápagos, mais que um Galápagos, pois não é só motivo de estudo, mas de sobrevivência, um &lt;u&gt;patrimônio da humanidade&lt;/u&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Bom, isso é um sonho, não é algo que realmente acreditamos. Deveria ser assim. Achamos que as visões ambientalistas estão todas comprometidas com o que chamamos de Estado, de Matrix, de Cubóide, mas que podemos resumir como apenas uma grande ilusão: a busca eterna pela segurança. Em nossa pirâmide, o capítulo primordial não é o final, mas sim o que estamos passando, o da &lt;b&gt;sustentabilidade&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O que propomos para a Amazônia é uma enorme reserva florestal, livre de visões a&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;mbientais, sociológicas, econômicas e sustentáveis, uma enorme cerca, protegida pelo mundo todo, 24h/dia. Como isso será feito é a resposta: ele virá de tecnologias &lt;b&gt;adaptáveis&lt;/b&gt;, não de tecnologias sustentáveis. Achamos que essa resposta virá à medida que o confronto entre homem e natureza aumentem de forma insustentável. O capitalismo foi o sistema que trouxe o conceito de &lt;i&gt;sustentabilidade, o uso normativo dos recursos para alcançar resultados&lt;/i&gt;, ou...poupar, economizar. Daí a palavra “economia”, a ciência que estuda o capitalismo. Que o homem é um ser econômico e social, não há dúvida, existe uma farta literatura sobre isso. Mas existem coisas que &lt;u&gt;não são econômicas&lt;/u&gt; e o capitalismo sempre reagiu mal a essa idéia, as famosas &lt;i&gt;reservas de mercado&lt;/i&gt;. E se olharmos a história, veremos uma farta literatura que explica essa natureza do capitalismo de &lt;b&gt;erva daninha&lt;/b&gt;, uma natureza que muitos cientistas econômicos chegaram a acreditar, prever, ou mesmo profetizar, que ele evoluiria para um comunismo. Mas que o fato de ele ter sobrevivido e ser o nosso atual modelo padrão de desenvolvimento, de manutenção da espécie humana, seja apenas uma etapa transitória, que sua evolução tenha chegado ao fim, como todo sistema que a concepção humana alcança. E que realmente surja um novo modelo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Achamos que esse novo modelo deverá manter a lógica de produção capitalista, mas com a introdução do termo &lt;i&gt;reserva florestal&lt;/i&gt;. A natureza, digo, a Floresta Amazônica, não pode ser mais vista como os meios de subsistência da raça humana e sim como algo que deve ser protegido para que as gerações futuras resolvam essa terrível equação: sustentabilidade = protegido + proibido = consumido. A reserva florestal não pode ser entendida como um ato de solidariedade com a natureza. O homem é o homem, e natureza é natureza, são mundos distintos. Capitalismo se aplica aos modelos humanos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A Amazônia é uma das áreas em que deve ser implantado um novo conceito de reserva. O termo “Reserva” não deve estar atrelado a nenhum conceito de sustentabilidade. Hoje não conhecemos, mas todos concordam que qualquer tentativa sustentável na Amazônia vai falhar também. Todas falharam. Podemos citar a BR163, BR364, BR230, parque nacional do Xingu, Usinas Hidrelétricas, etc. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Pensamos em algo, usando a tecnologia atual de internet, um jogo virtual. Um enorme banco de dados atual, com todas as informações daquela região daria suporte para demarcarmos o que seria, com precisão, as florestas públicas atuais, intocáveis, virgens, livres de projetos futuros. Nessas áreas seria criado um mapa virtual e todo cidadão que nascesse no Brasil, ganharia uma pequena fração dessa propriedade, podendo ser criado um imposto, que poderia servir para a manutenção de um sistema que monitorasse em tempo real o que está acontecendo com cada centímetro daquela região. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A projeção de um número inicial de 20 milhões de pessoas, um número tão alto porque parte desse território poderia ser vendido para qualquer cidadão do mundo e... é difícil prever qual será o tamanho da raça humana no mundo daqui há 30 anos, caso ela sobreviva a terremotos, tsunamis, meteoros, ou uma imbecilidade humana, que é mais provável. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A idéia é que a Amazônia é um patrimônio do mundo, e não uma reserva florestal exclusiva do Brasil. Até porque, se deixarmos na mão do Brasil, jamais conseguirá este status de reserva, virará um enorme desertão. E acho que todos concordam com isso também. O Brasil sequer tem um satélite próprio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O software funcionaria da seguinte forma: a área virtual pertencente a qualquer cidadão, seria visualizada no mapa desse jogo virtual (lembrando que essas definições estão no nosso site (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.lighton.com.br/clacissismo"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;www.lighton.com.br/clacissismo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;) , mas que na realidade representa milimetricamente a área, monitorada por satélite de precisão, digo, se algo acontecesse, a pessoa que detém parte daquele território, teriam condições de em tempo real, ver o que estar acontecendo e acionar todos os usuários do sistema para que tomem providência. Aí sim a sociedade poderia exercer uma pressão sobre um controle ambiental. Algo diferente desse controle atual. É apenas uma idéia de jogo, mas algo diferente. É nesse sentido que temos que reagir, buscar a diferença, a reserva nos choca, pois nossa visão é voltada pro conceito de liberdade, só que essa só alcançamos com a igualdade e a igualdade reage mau com cerca, porque levanta a hipótese de uma coisa desigual. Mas o que machuca é a diferença, o sistema realmente não consegue ser explicado com essa palavra refletindo desigualdade. O motivo já explicado lá em cima, sua origem religiosa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Sabemos que parece estranho você dizer que sociedade é uma coisa e o Estado é outra, mas é dessa forma que deve ser visto. Achar que algum poder judiciário irá contra os poderes legislativos ou executivos, ferindo essa classe social chamada estado, na qual ele se encontra inserido, é ser ingênuo demais. A solução não virá do próprio estado. A sociedade jamais criará dispositivos de fiscalização sobre o Estado se aceitar o controle total, onde todas as informações são manipuladas. E que, a tendência dessa dicotomia é que o Estado invada ainda mais as expressões dessa sociedade aterrorizada pelo medo. É fácil prever que a censura aos meios de comunicação, e que câmeras residenciais também sejam propostas num futuro não muito longe, já que a internet já tem seus dias de liberdade contados também. Uma cabeça, um IP.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="box"&gt;&lt;div class="box_content"&gt;&lt;div class="box_title"&gt;&lt;h1&gt;&lt;u&gt;Sustentabilidade:&lt;/u&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/div&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img align="left" alt="Descrição: C:\Users\Quatis\Documents\CONTOS 2010\CLACISSISMO - ARQUIVOS E DESENHOS\reserva sustentavel.jpg" height="338" hspace="12" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000014-2f634305d5/reserva%20sustentavel.jpg" width="450" /&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;É uma ilusão. A busca pela imortalidade. Algo maior que a verdade e os sentimentos. Nascida na segurança, e orientada à paz, ela caminha pela nossa história, assumindo várias formas. A maior doença do terceiro milênio. Podemos resumi-la como: proibido, protegido e consumido. Economicamente, é o uso normativo dos recursos para alcançar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp; Devemos questioná-la ao limite de nossa racionalidade, porque esta é a ilusão mais poderosa e destrutiva da atualidade, ela é uma herdeira maldita de um rastro de destruição que se estende por toda a humanidade. Ex.:Uma questão muito simples pode ser respondida, queremos que seja respondida porque com toda nossa humilde inteligência não tivemos resposta pra ela, nenhum dos presidentes propostos, nem Serra, nem Marina e nem Dilma: se a intenção é de preservar a Amazônia de uma forma sustentável, qual o sentido da BR319? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" closure_uid_jpqjfp="101" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div closure_uid_jpqjfp="110"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_jpqjfp="110"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_jpqjfp="110"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_jpqjfp="110"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div closure_uid_jpqjfp="110"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img align="left" alt="" height="318" hspace="12" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000015-73f8574752/amazonia%20deserto%20in%20construction.jpg" width="430" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" closure_uid_jpqjfp="144" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div closure_uid_jpqjfp="100"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O Pnuma considera “economia verde” aquela que resulta em maior bem-estar humano e em mais igualdade social, e em que, ao mesmo tempo, vejam-se os riscos ambientais e as carências ecológicas reduzidos. Uma transição global para esse modelo econômico favoreceria o desenvolvimento e o aumento da renda per capita, além de, em longo prazo, dar origem a empregos novos e “decentes” em todos os setores, desde o de energia renovável até o de agricultura sustentável – empregos que, segundo o relatório, contrabalancearão aqueles perdidos na antiga economia de alto carbono. “Há ações rápidas que podem ser tomadas, começando literalmente já”, enfatiza Pavan Sukhdev, diretor da Iniciativa para uma Economia Verde da Pnuma.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A idéia de um caminho verde é muito bonita, como diria &lt;i&gt;kung fu panda&lt;/i&gt;, é um plano bom porque é bom e é bom porque é um plano bom. Isso nos bota na condição de aceitar o que a economia tem a oferecer, nós não temos outra carta na manga a não ser torcer pelas mentes brilhantes que projetam um futuro viável, que o crescimento global do PIB atinja os 15,7% até 2050 e que, todos os índices sociais sejam melhorados e que a taxa de consumo de minerais, combustíveis fósseis, CO&lt;sub&gt;2 &lt;/sub&gt;e biomassa do planeta sejam reduzidos ao nível per capita do povo indiano (4 toneladas per capita anuais), contrastando com as 40 toneladas per capita dos demais países em dias atuais e que os 140 bilhões de toneladas mundial não se concretize em 2050 (até onde esse planeta aguenta?). Ainda que os fracassos obtidos em programas anteriores, como o Tratado de Copenhagen e que o Rio-20 seja um sucesso e que a economia de baixo carbono seja implantada, teríamos um grande calcanhar de Aquiles: &lt;i&gt;a aplicabilidade da sustentabilidade&lt;/i&gt;. O problema não é melhorar a vida de quem não tem nada, mas como evitar aqueles que têm muito quererem mais. E este é um grande problema. A fome é uma resposta, mas o lucro também é e para a democracia globalizada estas respostas são inseparáveis, por motivos óbvios, com a fome fica impossível implantar uma igualdade, a solidariedade perderia sua máscara e sem o lucro não haveria crescimento econômico, aumentaria o nível de desemprego, neste cenário nenhum governo se estabilizaria, a paz mundial estaria correndo risco. Contrastando com outras respostas como a da: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Economia, que é &lt;i&gt;a possibilidade de uma resposta estatisticamente &lt;/i&gt;possível; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A do direito: &lt;i&gt;a resposta que cabe recurso&lt;/i&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A da política: &lt;i&gt;a resposta &lt;/i&gt;mentirosa;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Religião: &lt;i&gt;a resposta difícil de acreditar&lt;/i&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Sustentabilidade: &lt;i&gt;a resposta depende da natureza&lt;/i&gt;; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Natureza: &lt;i&gt;a resposta que está pra acontecer&lt;/i&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Homem: &lt;i&gt;tá procurando uma resposta&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Dos 21 sistemas mundiais que monitoram a Amazônia (IPCC), o modelo do Centro Hadley (HadCM3) do Reino Unido, o menos pessimista, prevê um deserto Amazônico em até 2080 e, este é o modelo de referencia atual. Os demais preveem um cenário parecido, o que nos leva a crer que os números econômicos são mais proféticos que os números científicos. Mas tudo parte do princípio do que pode ser feito. E o que pode ser feito fica muito comprometido se não conseguirmos entender que a floresta Amazônica é uma floresta diferente, mais importante que a do Congo ou de qualquer outra do planeta. Merecia um cuidado especial, não pelo seu tamanho, mas pela sua posição estratégica. Por ela passa o “El Ninõ” e “La Niña”, que funcionam como termômetro do aquecimento global e que aceitar uma BR 319 põe em cheque esse caminho verde. Sabemos que a ONU se mostrou muito capaz em trazer a paz mundial, é muito fácil negociar entre nações. O problema é que a natureza não negocia. E o motivo é muito simples, essa palavra “sustentável” não faz parte do conjunto de leis que regem a natureza, as forças incomuns, as quais desconhecemos. Um dos motivos é que a tratamos de uma forma extremamente racional. O caminho teria que ser &lt;i&gt;adaptável&lt;/i&gt;, e não, &lt;i&gt;sustentável&lt;/i&gt;. Nossas soluções são sempre de autocríticas da razão, muito pouco intuitivas, nossas decisões são todas racionais. Muitas civilizações sucumbiram com essa lógica, a mais clássica é o Império Romano, todas suas decisões foram racionalmente certas em lidar com a fome, com as doenças, com seu crescimento, mas cada vez mais pioravam. Isso é um paradigma para uma criatura tão inteligente como o ser humano. É óbvio que existe uma falha na comunicação. E a solução não está em reeducar, mas mudar o entendimento de corpo e alma, homem e natureza, este seria o verdadeiro caminho adaptável. Entre fazer algo que satisfaça a “todos” poderíamos simplesmente optar por não fazê-lo. Talvez assim conseguiríamos realmente implantar a idéia de uma reserva proibida e não regulável, por um reconhecimento da incapacidade de tutelá-la.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="box"&gt;&lt;div class="box_content"&gt;&lt;h1&gt;&lt;u&gt;Cultura:&lt;/u&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;É a parte do conhecimento que a educação estimula o aprendizado, por isso chamamos de &lt;i&gt;educação-objeto&lt;/i&gt;. Objeto é algo que possui forma, propriedade, podemos movê-lo, manipulá-lo em sua forma mais simples e complexa. Subordinamos nosso aprendizado àquilo que satisfaz nossa curiosidade em montar conceitos, em montar uma boa representatividade da realidade. E a realidade maior é o emprego. Esta é uma constatação triste e indignante, à medida que a existência e tudo que a cerca ser resumido a trabalho, fonte de renda...sobrevivência... Algo que nossa doce sociologia explica muito bem, a ponto de a dignidade ser refém do crescimento econômico... E o crescimento econômico é contra a Natureza. A sustentabilidade não brotou, ainda “agoniza em parto de dor”. Não se sabe ao certo que papel desempenhará no futuro da humanidade, mais parece profecia que uma previsibilidade em uma Natureza que tem nos surpreendido e nos mostrado que sabemos muito pouco ao seu respeito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Nossa educação é voltada para as ciências de precisão como matemática, física, química, biologia, medicina...O homem não conseguiu conhecimento o suficiente para explicar o zero e precisa desesperadamente acreditar no 1 (um). Não é a toa que parimos o sistema digital, encontramos defeitos no analógico, que são as suas deformidades. Até o descobrimento da gravidade, a linearidade temporal regia a nossa percepção do universo. Reagimos mal à gravidade e é perturbador a existência dos buracos negros, algo que deforma a própria luz, mas não por ser algo que nos causa pavor, mas por nos roubar a certeza. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mesmo hoje, modelos matemáticos como super-simetria, teoria das cordas, super-gravidade, não são capazes de explicar o zero absoluto, nem a quantidade mínima de matéria pra produção de um big-bang, o zero inicial. Nem os modelos mais avançados de física quântica são capazes de explicar a unidade perfeita, uma partícula subatômica indivisível, a partícula elementar: o 1 (um). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O 1 (um) é necessário para a construção de nossa sociedade. Números inteiros são simétricos, produzem ângulos retos e a tão almejada igualdade. O ser humano pode então criar ferramentas e criar formas acabadas: objetos, e alcançar a sua ilusória perfeição. Nem mesmo a arte escapa. Criamos uma força, uma força fraca, a &lt;u&gt;ilusão&lt;/u&gt; , não consegue escapar da gravidade da razão. O cuboide mostra os movimentos básicos de como o cidadão, em forma de astros, tem seus movimentos perdidos, de expressão, como esse sistema o posiciona, escolhendo o que ele deve aprender, o que são conhecimentos relevantes, destruindo quase que totalmente, sua parte intuitiva. O caminho da verdade proposto nestes dois mil anos de história é sustentado por ciências que possuem uma realidade transitória. Conceitos físicos, astronômicos, ideológicos, políticos, há muito deixaram de ser verdadeiros. Se mantêm vivos porque o cuboide que é a expressão de como essas forças agem manipulando a vontade do indivíduo, delimitam a sua compreensão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Duas expressões máximas de realidade transitória é a matéria negra, que vem dominando os meios científicos, a qual estima-se que 70% do universo seja formada pela mesma e, que exerce uma enorme influência no ser humano. Efeito ainda desconhecido. Outra é o genoma, que se tornou praticamente inútil, pois o mesmo não pode ser utilizado em curas de doenças isoladas, isto porque 95% do DNA, considerado inútil, apenas as bases hidrogenadas, são relevantes, pois a parte descartada é a responsável pela produção das sequências. Vivemos num mundo onde a informação está caminhando no sentido inverso dos conhecimentos adquiridos em décadas e, decidir que tipo de informação deveremos educar para desbloquear as forças que delimitam o cuboide, é fundamental para a preservação da espécie humana no planeta. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A informação voltada para a educação é destrutiva nesse sentido, limita a arte, destrói a intuição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="box"&gt;&lt;div class="box_content"&gt;&lt;h1&gt;&lt;u&gt;Arte:&lt;/u&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;O que se pretende com a arte é reduzir os artefatos gastos em sua produção a pó, para que a vida ali presente renasça em som, cor e formas reluzentes. É dessa forma que a arte ganha vida, deixa de ser objeto pra virar sentimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O que eletrifica o poeta? Os efeitos magnéticos dos olhos ou os sentimentos que gravitam o coração? A intuição polarizou dois mundos: o do artista e o da arte. O produto acabado, facilmente entendido como um sonho roubado, delimitado com o substrato da vontade que germinara da alma ao coração. A arte é um ritual de passagem, não satisfaz a verdade de quem a projetou, em vez disso, denuncia as idéias de quem a invocou.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Princípios da Arte:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;Intuição é a passagem reversa: da arte ao conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A arte não requer aprendizados, apenas aprimoramento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O mundo de um artista está sempre em formação, nada é estável, a não ser o amor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Elementos da Arte:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; Som, cor e forma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Origem da arte:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; As forças singulares: &lt;i&gt;luz e escuridão&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O Som:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O que sabemos do som é o conceito físico e o mais perto que se chega é de uma onda antes de quantificá-lo. Sua propagação precisa de um meio e uma fonte geradora, mas o som existe antes disso: o som é aquilo que nos conecta as forças singulares, sem ele não haveria comunicação, é a etapa posterior à criação, é a vibração, é o movimento, é uma forma de linguagem e, no Clacissismo, o som sofre interferências por reverberação. Sua reflexão dentro do cuboide é uma espécie de eco, que fica repetindo respostas para o passado e para o futuro, tornando o som presente reflexivo. O efeito sonoro da reverberação representa o cristianismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: #141414; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;O ROCHEDO DAS MARÉS&lt;/span&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;img align="left" alt="" height="185" hspace="12" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000025-4c6e44ceae/O%20ROCHEDO%20DAS%20MARES%20PRO%20SITE%20CLACISSISTA.jpg" width="244" /&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A água bate no rochedo e se volta contra o mar. Produz um choque de ondas, que se elevam como o ar. Dissipam-se em espumas brancas como neve, que derretem ao final de cada estação. A força do impacto da rocha provoca reversão. Que bom seria se essa rocha não fosse feita de ilusão e pudesse a onda seguir sua direção sem precisar parar pra tomar decisão, pudesse a onda sempre propagar...movimentos harmônicos sem ter que ouvir o barulho do rochedo mais alto que o mar.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;A crençologia de uma economia predestinada a reverter o caos causado pela perturbação ambiental, a adequação a uma sonoridade arquiteta, milimetricamente correta, devolve à natureza uma arte obstetra, sonoramente mal afinada em um som perturbador muito pouco ambiental, a não ser no aspecto moral. A sustentabilidade soa como uma solidariedade natural, uma esmola reciclável que não justifica,apenas purifica a dignidade de uma sociedade antropologicamente imoral, o homem e a natureza “são um só”, “É dever do homem propor uma nova ordem natural”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Cor:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;Cor é a nota que não pode ser tocada sozinha, só tem sentido dentro do acorde, carrega consigo a &lt;i&gt;singularidade&lt;/i&gt;, é expansiva e infinita. Mas há quem diga que elas são apenas frequências de ondas refletidas pela luz branca, mas isto é apenas aos olhos da razão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;As cores são bem mais que isso, são a constatação de que na natureza não existe uma cor igual a outra. Na democracia as cores representam uma aquarela, quando misturadas produzirão uma única cor: cinza, muito perto do branco da paz. Na arte verdadeira as cores possuem sua singularidade, são únicas, como flores em um jardim, todas juntas, refletindo sua cor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;b&gt;O Amor é um Acorde de Dó&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Nasci só, mas não queria ser sozinho.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Foi quando encontrei &lt;b&gt;RÉ&lt;/b&gt; no meu caminho.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Logo nasceram &lt;b&gt;MI&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;FÁ&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quando &lt;b&gt;&lt;i&gt;SOL &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;nasceu, iluminou nosso caminho...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mudamos para um &lt;b&gt;LÁ&lt;/b&gt; maior,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;SI&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; não fosse ela,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Ainda seria um &lt;b&gt;DÓ&lt;/b&gt; sozinho.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Acorde, sua música precisa ser tocada.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Igualdade&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Jogou marshmallow em neve escura, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Como se fosse solvente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Apagou todas as cores ali existentes...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Não era o sol que era diferente,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Mas a noite clara, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Que se fez presente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A igualdade funciona como uma nota só, ou uma única nota, uma única cor. Ela representa a &lt;i&gt;busca da paz&lt;/i&gt;, por isso a cor branca é que melhor representa este sistema unitário. Na natureza, a cor em um jardim, ou a nota em uma música, não perde sua forma singular. Em uma sociedade, a igualdade invade a individualidade, limitando a liberdade ao extremo. O maior feito do cristianismo foi transformar a paz em amor, são coisas diferentes e são tratadas como sendo a mesma coisa. A &lt;i&gt;solidariedade&lt;/i&gt; surge como uma forma de compensar essas perdas parciais das cores. A democracia elimina os muros sociais como os preconceitos, mas invade também as cercas pessoais, a ilha individual de cada pessoa e, isso gera um movimento de defesa que obriga a pessoa a ficar cada vez mais individualista e egoísta dentro da sua cerca, do seu quadrado, ou melhor ainda, dentro de seu cubo, até perder por completo todos os seus movimentos e entrar em confinamento, não vibrar mais. É a solidão, o vazio. &lt;i&gt;A quem fugiu de um coração vazio, restou apenas um deserto a ser conquistado.&lt;/i&gt; Uma pessoa sozinha não produz sentimento. A destruição das florestas é a morte da cor. A solidariedade surge como remédio, uma solução pragmática pra esse fenômeno da igualdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: #141414; text-align: center;"&gt;&lt;b style="color: white;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;RECICLAGEM:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Solidariedade irreversível. Vê utilidade em algo que já morreu. Ressuscita a morte e evita a vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;img align="left" alt="" height="264" hspace="12" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000026-ef05feffcf/solidariedade%20irrevers%C3%ADvel3.jpg" width="377" /&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Instinto de sobrevivência, cenário típico da destruição,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ajuda ocorre na forma de cooperação. Mas esconde &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;uma triste realidade, o medo da omissão.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ser omisso e ser passivo, e ser agradecido, como se não&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Tivesse merecido compaixão. Alheio a seus interesses e&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Suas obrigações. O que vale é ajudar o próximo e não a &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Si mesmo. Uma maldição do terceiro milênio, e não da terceira&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Idade, se isentar das responsabilidades causadas pelo sistema unitário.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Indivisível, onde todas as somas dão um, a unidade. Uma Irmandade sinistra, chamada solidariedade.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Para um mundo pluralista, parece um sonho inviável, muito mais que utopia, que hora vira verdade. O que se quer mesmo é salvar a pele perante um fim imaginário e um começo questionável. Assume-se a forma negociável, permissível, quase prostituível. &lt;br /&gt;O egoísmo é a autocrítica da solidariedade: não quer tudo só pra si, é capaz de dar um pedaço. &lt;br /&gt;A sociedade não gosta das pessoas que amam ,pois elas não dão nada ,já deram tudo que tinha a pessoa amada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Deus-Estado-Família-Cidadão-Corpo. Nesse sentido, Deus é você. O Estado é você, a família é você, o seu corpo, é você. Para que você seja você, a cadeia não pode ser ameaçada. A única forma de isso acontecer, é que ocorra a igualdade. Somente através da igualdade você conseguirá a sua liberdade. Mas para que isso aconteça, tem que haver justiça. Por isso o Cristianismo é fundamental: ele prometeu justiça e igualdade. Esse é o seu segredo, uma forma de poder que garante isso. Você submete seu corpo a este princípio de governabilidade também. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Vivemos em uma sociedade descontrolada. E é óbvio que esse sistema está descontrolado também. Você acredita que vai acabar com o tráfico, que vai acabar com a corrupção, que vai acabar com a extorsão, que vai acabar com a criminalidade, que vai conseguir a sustentabilidade, que vai acabar com as desigualdades e que não vai acabar com o planeta e que não vai morrer, você é sustentável, imortal. O nome disso é ilusão. E sem ela, não há paz.&amp;nbsp; Existe um mérito na busca da paz, mas não podemos ignorar os seus malefícios em prol de um estado ilusório de segurança. Isto é ir contra a verdade e os sentimentos. É isso que a Roseta de Hustin trata: a forma como nossa sociedade percebe Deus e como justifica essa visão no controle da natureza, a ponto de impor um conceito de sustentabilidade à mesma. Pra não chamar de idiota, é no mínimo ilusório. Aceitando que a ilusão é um pré-requisito pra paz e que, desafiá-la, seria no mínimo idiota também, toda essa explanação só será relevante para as pessoas menos escravas desse caminho que alguns chamam “o caminho vitorioso”, “o caminho da verdade”... “o caminho da salvação”. E nós até concordamos, as pessoas que se sentem seguras, são mais felizes, exercem a sua individualidade ao extremo. Porém, sofrem de solidão. Geralmente morrem sós. Curiosamente, as que escolheram o outro caminho, o do amor, que aceitam o medo, não têm uma vida tão “vitoriosa”, mas têm outras coisas. O ser humano não pode olhar para a natureza como sendo sua inimiga, como sendo algo a ser derrotado, como mais um troféu nessa vida “vitoriosa”, existem dois lados. E seja lá como iremos trata-los, têm que ser respeitados. Não pode haver invasão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Existem muitos lugares na terra em que você pode e deve aplicar uma sustentabilidade. É viável. Mas a Amazônia tá fora, ela não pertence à esfera de disponibilidade do povo brasileiro. Muito menos pra um governo de esquerda (de um lado só), que já mostrou suas intenções. Se tivesse qualquer intenção ambientalista, sequer proporia uma BR319 sem questionar a sociedade. Com certeza a sociedade até a aprovaria. A maior parte da população, digo até a população mundial, acha que sendo solidário com a natureza, lixo plástico, reciclagem...Quando ocorre reciclagem, alguma coisa já morreu na natureza. Existe mais de cem tipos de plásticos, reciclamos coisas que não são pra ser recicláveis. Não temos como parar de poluir. A própria reciclagem já é uma forma de poluição. Esse é um caminho sem volta. Podemos diminuir, através desses artifícios, mas todo o lixo reciclável do mundo não vale um hectare da Amazônia. Da mesma forma como você dá um prato de comida pra um mendigo e acha que fez a sua boa ação do dia, mas “inocentemente”, você valida o sistema que produziu aquele mendigo. Não sei se estamos sendo claros, mas, não é que a coisa não funcione e não tenha o seu lado positivo, a solidariedade é importante, como a religião cristã é. Ela nos deu o sentido da paz, mas só que, viramos as costas para questões mais importantes ou de mesma relevância, por a sociedade criar mais uma ilusão, de que está tudo bem, que não precisamos modificar mais nada, que o Estado vai resolver, que a justiça tá bem distribuída. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A sociedade acredita que pessoas mais hábeis, mais competentes, mais inteligentes, possam decidir por ela. E realmente não é uma coisa difícil de acontecer. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Forma:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;É o corpo, é o espaço inexistente em cada simetria acabada&lt;span style="text-transform: uppercase;"&gt;. o&lt;/span&gt;s conceitos de formas que temos é o da geometria, que acabou dando origem ao sistema digital, conseguiram parir uma onda quadrada. O mais incrível é que isso segue o caminho inverso da perfeição. Na natureza nada é reto, nada é plano, nada é quadrado. A necessidade de uma quantificação, o exemplo mais desastroso são as notas musicais, ao encontrar uma justa-forma em um som natural em uma partitura musical os acidentes acontecem na forma de sustenido bemol, mas as colcheias as vezes são cheias demais e fusas e semifusas às vezes parecem confusas em encontrar um tempo que se adeque àquela condição ambiental e, o que parecia breve e fácil assume forma de compasso. A precisão rouba a cena e assume papel de destaque, com pausas que não traduzem o sentimento poético ali presente, sem mínima ou semimínima chance de reproduzir o que a alma ouviu e contou ao corpo. Chopin sofreu muito quando produziu seus estudos improvisados que contribuiu de forma significativa para o estudo da música. Ele se isolou em uma ilha durante dois anos em uma tentativa de esconder a matemática ali presente, era algo que o indignava. É difícil imaginar o quanto se perdeu da música com essa metrificação. Hoje vemos Gilmour tocar e achamos que tá tudo bem, que a alma não perdeu o contato. Mas ele é uma exceção, um artista excepcional, quem toca guitarra sabe que aquele som não reflete exatamente uma partitura musical. No Clacissismo, a forma singular sofre deformação em sua simetria. Mais uma vez a democracia e o blá blá blá da igualdade. A arte precisa ser politicamente correta, se encaixar em um perfil social que não exclua ninguém e não afete a moral. A arte é um elemento da verdade, não se pode confiscar-lhe a sua essencialidade: o descomprometimento político, afastar o artista de sua fonte criadora, a intuição, roubar-lhe os momentos de distração em uma mente que está sempre em erupção&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: #141414; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;A MATRIZ QUADRADA:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_lUbYv_wmobQ/TZtzV-ZFq4I/AAAAAAAAAVM/m7FW2LgMP10/s1600-h/image%5b48%5d.png"&gt;&lt;img align="left" alt="Descrição: image" border="0" height="180" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000027-bbd72bcd13/IMG%20A%20MATRIZ%20QUADRADA.jpg" width="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A consciência humana foi capturada pra dentro de um núcleo de processamento de uma máquina, um local frio e sombrio, chamado matriz quadrada. Não é um útero, mas uma usina nuclear. Todas as formas elaboradas são formas linear. Possui ângulos retos, são contínuas e planas, se adaptam às circunstâncias humanas, seus pontos de fuga se alteram entre hélios, equinócios e solstícios, descrevem órbitas elípticas, sua circunferência oval define o máximo em sua atividade racional. A produção de figuras dialéticas, trigonométricas, ponto, espaço e plano, atribui um conceito humano, a moldura e a tela de uma matriz ativa, cujo toque produz uma reação interativa, estabelecendo o princípio de um funcionamento fechado, as figuras geométricas são delimitadas pelos polos achatados. Um sistema aritmético, um modelo esquelético, o qual chamamos de arte-objeto. Nosso produto é apenas um molde bem acabado, que não move a nova geração, não se sabe se será mais inverno ou verão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: #141414; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;ARTE OBJETO:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;img align="left" alt="" height="192" hspace="12" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000028-1551215cdb/IMG%20A%20ARTE%20OBJETO.jpg" width="205" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Especialistas do mundo inteiro dividem opinião sobre o formato anatômico do bico da mamadeira: uns argumentam que deveriam ser quadrados, na forma dos dentes. Outros, que deveria ser redondo, na forma do bico da mãe. Por um lado: os que defendem que a forma quadrada é a forma ideal, mais usada pelo homem e que ajudaria os futuros bebês a se adaptarem melhor com esse novo ambiente. Pelo outro, os que acreditam que a forma arredondada é a forma da natureza e ao modificá-la poderiam induzir as futuras mamães a nascerem com o bico do peito quadrado, produzindo uma mutação evolutiva.&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Assim caminha a ciência, obscura e clara sobre suas intenções divergentes, moldar uma nova espécie ou atrofiar uma já existente.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A fé é um processo irracional, mas sem a razão você não acreditaria. É impossível comensurar o grau de interferência da fé e da ciência na história da evolução do planeta. Por tudo que foi extinto, proibido e o quanto dessas pequenas intervenções ainda produzirão efeitos, a escolha das tecnologias poderá ditar o rumo num mundo cada vez mais regido pelas forças criativas e a informação. De todas essas descobertas, nada pode ser mais catastrófico do que uma decisão genética equivocada. Uma coisa é você estar descontrolado, outra é você não saber como controlar, digo: uma coisa é o carro estar sem freio, a outra é não saber dirigi-lo. A humildade definitivamente não é um dom humano, desrespeitamos até a própria doença e reagimos mal às leis naturais, "leis" porque aos poucos percebemos que somente perante a ciência e a religião somos inteligentes, porque perante a natureza continuamos burros, estamos sempre a procura de um remédio e de um milagre. O limite de intervir nas coisas deve dominar a humanidade nos próximos anos. O que provavelmente aconteça é que uma nova ordem mundial calcada na psicopatia da segurança defina o que deve ser criado, o que deve ser produzido, o que deve ser comercializado, o que deve ser vinculado, e isso definirá se adotaremos uma postura sustentável ou adaptável, mas a grande verdade é que não há como prever quais caminhos serão escolhidos ou adotados, o que sabemos é que ele será pela via sustentável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O que o &lt;i&gt;clacissismo&lt;/i&gt; recomenda é uma revisão na educação. Não podemos ter uma educação objeto,&amp;nbsp; &lt;i&gt;orientada ao trabalho, ao emprego, a paz e o sossego, tudo isso num mundo cada vez mais capitalista e urbano.É esse o triste fim do ser humano.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O emprego não pode ser o corpo que a vontade social empresta a alma. Num mundo adaptável não haveria necessidade tendenciosa de todos os elementos serem tratados de uma forma hierárquica por níveis educacionais, aumentando o número de estudantes frustrados&lt;i&gt;, &lt;/i&gt;pressionando ainda mais a via do desemprego que por sua vez pressionaria os recursos naturais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O ser humano precisa ter calma e aceitar que a partir de agora a realidade não pode ser mais em função da velocidade. Qualquer tecnologia intervencionista deve ser rejeitada por mais brilhante e promissora que seja. As soluções corretivas na natureza não podem ser tratadas como divinas e extraordinárias e comemorarmos como se tivéssemos resolvido algo. Aquilo que nos torna veloz nos deixa mais lentos em perceber o mundo a nossa volta. Nos tornamos veloz para que possamos enxergar o tempo passar mais devagar. Reduzir a velocidade humana e adotar a paciência que a natureza tem nos ensinado. Esse é o grande ensinamento que deve ser educado. Não é uma atitude anti-progressista, mas dizer não a violação. De outro modo, acabaremos clonando o próprio planeta&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Alma:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;É aquilo que supera as bordas místicas da razão. A psicologia explica, ou elo menos tenta. Em arte é um nível mais afastado do som, é a pele do sentimento, possui uma estrutura tão interessante quanto o corpo. Ao contrário do corpo que evolui, ela expande. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Meu Eu”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Quando meu subconsciente acordar, o que vai ser de mim, o que ele vai achar, será que vai gostar de tudo que me tornei? Será que vai aceitar ou vai tentar consertar as coisas que quebrei? Se ele for meu amigo, podemos conversar, tentarmos juntos encontrar as respostas, quem sabe em uma mesa de bar, ou no consultório de um doutor particular. Podemos nos conhecer, saber mais ao nosso respeito, por onde temos andado, que embora calados, nunca deixamos de falar. Uma linguagem incompreensível, quase inaudível, difícil de explicar. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Talvez ele me conte a razão pra ter despertado e ter me deixado eu mesmo ser assim.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Até mesmo quando dormia e remexia, ele me diga que sempre cuidou de mim.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Se tivéssemos raízes em vez de pés, elas estariam conectadas a alma.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: #141414; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;A ÁRVORE DE METAL:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img align="left" alt="" height="338" hspace="12" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000029-aecb1af487/IMG%20%C3%81RVORE%20DE%20METAL.gif" width="318" /&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A semente da vida não pode ser obtida, transformada,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;br /&gt;&lt;i&gt;Nem mantida em esteira fixa e engrenagens móveis de &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Combustíveis fósseis e nucleares.&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;i&gt;A espécie humana não pode construir árvores, apenas plantar sementes.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Se compararmos o hipotálamo ao nosso tronco cerebral, apesar de já ser tratado como tal, erroneamente achamos que podemos substituí-lo por uma árvore de metal orgânica. Dessa forma, assumiríamos o controle total de nossa natureza, ao ponto de torna-la totalmente artificial. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O propósito desse feito inigualável da ciência é criar uma nova consciência que não nasce de parto de dor, mas de um parto artificial, sem amor, induzido, conduzido desde o início a uma solução indolor, segura, estável, programável, sustentável, uma tecnologia infalível e redentora. Enaltecemos a ciência pela falta de paciência em burlar a evolução e, em cada nova intervenção na natureza, chamamos de criação, a invenção obstétrica, que não espera pra nascer e curiosamente chamamos isso de processo natural, quase divino.. “quase” porque não há dúvidas que chegaremos lá. De tanto cavoucar encontraremos o elo perdido, encontraremos atrás da cortina o nosso pai criador, admirado e maravilhado com a inteligência de sua criatura obstinada, conseguiu tornar a natureza quadrada... só faltou a serpente em seu formidável aleijão. Mas esta talvez esteja na mente de quem a criou, nas maçãs corrosivas que projetou na sua inigualável perfeição. Não há como negar sua beleza, sua arte de enganar, sua capacidade de clonar, de iludir e de induzir a um caminho da verdade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O nosso caminho feito de metal reflete aquilo que nunca deixamos de ser: uma natureza fria, sem poesia, que não consegue sentir uma árvore, os motivos que levaram o criador a coloca-la no planeta, a fazê-la brotar sem dor, sem postulador e sem nenhum outro sentido senão o amor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Enfim a alma em seu nível mais afastado da intuição, fazendo seu misterioso expansivo, e o corpo em seu nível mais afastado da razão, o &lt;i&gt;ser singular&lt;/i&gt; depara-se com sua forma educacional, levou-o pra longe da alma, onde intuição e razão se harmonizavam. Esse deveria ser o princípio que deveria nortear a origem de qualquer sociedade. Não foi esse o caminho que se fez, fizemos o caminho da razão. Hoje homem e natureza travam uma batalha e o ser humano não compreendeu... que a natureza faz parte da sua alma, ao destruí-la, tá destruindo a alma também. É impossível quantificar o quando de árvore existe no nosso corpo, o quanto de verde está em nossa carne. A Amazônia é o coração verde deste planeta, respira como nós...não, não como nós, algo incompreensível, mas nem por isso deixa de ser verdadeiro. O que o homem é ou representa pra natureza está longe de ser compreendido. Quanto mais construímos nossa segurança&amp;nbsp; e as destruímos, destruímos nossa intuição e esse é o sentimento que deve ser percebido. Ainda que consigamos uma fórmula de viver sem elas, seríamos apenas uma árvore de metal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background: #141414; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;ENERGIA POÉTICA:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;img align="left" alt="" height="204" hspace="12" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000030-4b7fe4c76e/IMG%20ENERGIA%20PO%C3%89TICA.jpg" width="278" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Fotossíntese reversa, Sustentabilidade energética, A solução para o problema da fome e da comida,Não precisamos mais clonar a própria vida. Uma solução pragmática do futuro, Energia solar em dois turnos, Uma fonte de calor inesgotável Tornou o planeta sustentável,Conseguimos a energia poética Na natureza sintética.Uma fonte renovável obscura, A criação ficou madura Nossa sustentabilidade futura Projeto viável, acabado, De uma economia findável redentora, A supremacia criadora de virtudes...A humanidade atingiu sua plenitude.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Para conseguir a tal sustentabilidade, teríamos que conseguir reverter a entalpia, ou conseguir a energia poética. A economia deixaria de ser uma força. Nunca ninguém parou pra pensar nisso, mas como seria o mundo sem economia? Sem a teoria do valor, sem as relações de troca...sem a relação capital/trabalho e toda a problemática da fome e do emprego? Isso mudaria completamente a forma educacional, mudaria a forma como a sociedade evoluiu, mas isso não aconteceu ainda e nem achamos que vá acontecer, achamos que a sustentabilidade tem gargalos intransponíveis, um deles é a descapitalização. Não foi falado ainda por ser utópico demais, mas já fizemos um desarmamento antes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Teríamos que mudar o padrão de consumo, e quando se fala em “mudar o padrão de consumo” pensa-se em consumir menos energia e utilizar energia limpa, não se pensa em mudar o padrão de consumo alimentar, digo, não consumir produtos da natureza propriamente dito. Tudo gira em torno do desperdício, a sustentabilidade de novidade não tem nada, apenas como se defender num mundo de escassez um futuro não muito longe. Se quisermos mudar o padrão de consumo mesmo, teríamos que consumir produtos sintéticos, muito pior que ração humana, literalmente teríamos que comer plástico, aí sim, sairíamos de uma proposta sustentável pra uma adaptável. Mas o ser humano já mostrou que ele não quer se adaptar ao planeta mesmo, quer que o planeta se adapte a ele. E a sustentabilidade soa como um paraquedas rasgado, é melhor você ter um do que não ter nada. Não é condenar ou reduzi-la a uma doce ilusão, a tal esperança, mas sermos realistas, pelo sim ou pelo não, teremos que aceitar essa difícil missão de nos tornarmos adaptáveis. Não conseguimos construir árvores, não conseguimos fazer a &lt;i&gt;Energia Poética&lt;/i&gt;, adquirimos uma mania intervencionista de&amp;nbsp; modificar a natureza, que vai desde a clonagem a reações nucleares, mas não conseguimos uma solução pra comida. E o capitalismo sustentável ou socialismo futuro é apenas um paliativo. A descapitalização e o consumo de produtos sintéticos, por mais irônico e estranho que pareça é mais verdadeiro que qualquer plano sustentável que virá. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;“As bordas místicas da razão são delimitadas pelos laboratórios das perdas, onde os administradores de resultados produzem vontades sociais”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;A vontade social é tema do Clacissismo Introdutório. Fizemos um tópico resumido onde explicamos o que seria a “vontade social”. É um tema relevante porque explica a razão-de-ser de uma sociedade e porque existe um poder tutelador na forma de Estado. O interessante dessa taxionomia é que, assim como o pano de fundo da Economia é a &lt;i&gt;fome&lt;/i&gt;, o Estado se justifica através da &lt;i&gt;vontade social&lt;/i&gt;. Mas, se tivermos um pouco mais de sensibilidade, veremos que existe uma enorme diferença entre &lt;i&gt;precisar &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;necessitar&lt;/i&gt;. Numa vida em sociedade o &lt;i&gt;precisar&lt;/i&gt; toma as rédeas do controle da vontade. Você pode, de uma forma análoga, metrificar a vontade, vendo que seu interesse pretendido foi deferido ou não, mas se você observar com cuidado, você notará que sua vontade não passa de um resultado já estabelecido. Daí o Estado ser o &lt;i&gt;grande administrador&lt;/i&gt; de um suposto &lt;i&gt;laboratório de perdas&lt;/i&gt;, pois nele você define todos os resultados pretendidos por aquela sociedade. Você procura resultados o tempo todo: emprego, salário, educação, proteção... o aconchego familiar. Mas não passam de resultados já elaborados, a própria Constituição define o que são os direitos fundamentais e quais as garantias pra exercê-lo. Para que exista um consenso, é necessário que existam seres racionais e que aceitem a razoabilidade de uma convivência pacífica, mas estamos longe de dizer que isso é vontade social, que isso é a satisfação social. Como medir a satisfação social é a questão. No &lt;i&gt;Clacissismo Introdutório&lt;/i&gt;, criamos alguns elementos que abordem uma outra taxionomia de visualizar este problema.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="box"&gt;&lt;div class="box_content"&gt;&lt;div class="box"&gt;&lt;div class="box_content"&gt;&lt;div class="rbcContentBlockBody" id="WysiwygCBM_197307Area"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Clacissismo&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Nada tem agrupado mais seres humanos que a igualdade ao longo da história. O motivo é a liberdade pra exercer a sua individualidade. Nesse sentido, criou-se um caminho orientado da segurança a paz e nela exercemos o nosso poderoso mundo racional, o mundo que conhecemos. Nem mesmo a arte consegue escapar dessa máquina produtora de racionalidade, nada consegue escapar da gravidade da razão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;Esse mundo unidirecional criado pelo ser humano ao longo da história colide de frente com o mundo natural existente, que possui leis, talvez a palavra não seja essa mas, harmonia, que tentou-se entender ao longo da história, tentou-se copiá-la, ao ponto de parirmos a tal sustentabilidade, amplamente falada ao longo de todo o Clacissismo. Seu conceito não é simples, pois é uma síntese de tudo que o ser humano conseguiu em uma tentativa desesperada de adequar a natureza a esse caminho da segurança. Não lhe pode ser negado o seu legado, realmente ela modificou toda a vida do planeta a ponto de colocar em risco a sobrevivência da espécie que a criou. O final dessa história é nebuloso, há os que acreditam que a sustentabilidade criará uma solução, uma saída redentora, e há outros como nós, que não. Estamos em rota de colisão com a natureza, é irreversível e, quando chegarmos nesse ponto de não sabermos consertar ou controlar essa estranha criatura que criamos, questionamos a validade de toda a tecnologia que nos serviu tão bem ao longo da história: o quê que houve de errado...?!1&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O &lt;i&gt;clacissismo&lt;/i&gt; é apenas uma resposta pra essas perguntas, que pra maioria não serão aceitas nem farão sentido, mas para alguns o entendimento melhorará e muito o processo de aceitação e isso de algum modo os moverá e manterá aceso o sentido de luta em uma sentença prematura. A grande questão não é um final apocalíptico, mas por que nos distanciamos tanto da natureza a ponto de querer matá-la. Poderíamos simplesmente aceitar a grande verdade de uma oposição e aceitar que devíamos ter respeitado a sua diferença. Nesse ponto você começa a perceber que a igualdade orienta a sociedade para que ela reaja contra toda a diferença existente. Esse “contra” é uma palavra de difícil compreensão também, poderíamos classificar como “demoníaco”, “desastroso”, “bélico”, “inquisidor”, “bárbaro”, “raivoso”... mas preferimos seguir o nosso conceito que é um conceito musical: harmonia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;O outro conceito parido nesse sistema é a liberdade, filha da igualdade, ela nos conduz ao extremo de um individualismo que só será quebrada ou pelo menos percebida a sua inexistência quando a última diferença minoritária for extinta, comparamos isso a quando a última árvore for arrancada. A liberdade pode ser entendida como um imenso cadeado de vidro, que náo pode ser aberto sem quebrá-lo, como visto no tópico "torre de cristal" constante no &lt;i&gt;clacissismo completo.&lt;/i&gt; No mundo dentro da liberdade suprema, a igualdade total, as liberdades individuais entrarão em choque umas com as outras, levando-se a um colapso sistêmico. Isso acontecerá quando o mundo inteiro virar uma democracia globalizada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;E o último destes conceitos paridos racionalmente, a &lt;i&gt;solidariedade&lt;/i&gt;, filha também da igualdade, percussora da liberdade, reage como uma endorfina ou serotonina, alivia a dor gerada pelo extremo da individualidade. Assim como a reciclagem, ela alivia os nossos pecados naturais com o próximo e com a natureza, nos dando a idéia de que está tudo bem, que o sistema está ótimo. Se perguntassem-nos se haveria uma outra solução, diríamos que deveríamos voltar pro pau e pedra, abrir mão de todas as construções e junto a natureza, sem tanto barulho, pudéssemos ouvir o seu som. Talvez não faça sentido, mas isso seria aquilo que deveríamos aprender.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="box"&gt;&lt;div class="box_content"&gt;&lt;h1 style="text-align: center;"&gt;O Animal Faminto&lt;/h1&gt;&lt;h4&gt;&amp;nbsp;&lt;/h4&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;Por que não posso andar descalço?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp; ... tenho que andar protegido..&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;Por que não posso fumar? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;...porque é proibido..&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;Por que não posso deitar descontraído?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;Por quê que o sistema ficou tão corrompido..?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;Por que não consigo me livrar do amido?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;Por que meu lar é tão invadido...?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;Como é que se vive com o vício, sem ser &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;viciado, sem se sentir prejudicado, sem&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;se sentir ameaçado..?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;Viver &lt;i&gt;com&lt;/i&gt; ou viver &lt;i&gt;sem&lt;/i&gt;, eis a questão..&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;Como é que se vive sem televisão?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;Como é que se vive na escuridão..?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;Como é que se vive sem a manteiga, sem o feijão?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;Como é que se vive com arma, sem munição?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;Estalar o dedo já não dói tanto, mas relaxar ficou mais&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;difícil. O conforto é algo intangível. O que satisfaz,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;não satisfaz a vontade, que fica sempre dependendo dum &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;algo mais, de um quê de surpresa, dum quê de pureza,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;não é a cidade, nem a maldade, não é a natureza humana,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;a vida profana, as guerras urbanas, as mentes insanas, o&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;final apocalíptico, as revoluções sem sentido, a falta de &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;um compromisso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;O capitalismo venceu, a natureza perdeu. Assistindo, nos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;contentamos com o final do saco plástico, os &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;antipoluentes...a natureza é o lixo reciclável... As soluções inteligentes, pra reverter algo impossível: &amp;nbsp;acabar com a fome.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;Viver com comida ou sem comida? Eis a questão..&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;A terra é a nossa comida...o porquê disso é muito simples: &amp;nbsp;temos fome. Uma fome ilimitada, igual ao poder do criador, que com certeza deve tá intrigado, como bom questionador..&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;Poderia ter feito a terra um planeta maior.. ou, poderia ter&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;feito o ser humano menor.. ou poderia fazer os dias passarem mais devagar.. ou podia fazer eles simplesmente pararem de comer.. ou pararem de procriar. Ou talvez, eliminar todos, começar tudo de novo. Uma redenção redentora daquelas salvadoras... E que eu possa dizer “puta que pariu, dessa vez vocês me surpreenderam! eu realmente não havia pensado nisso!”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;Mas mesmo o criador deve estar cansado, angustiado, ansioso estressado e deprimido, já deve estar nos remedinhos, deve estar na dieta controlada, nas doses diárias da solução eficiente que a modernidade inventou. Nem precisa mais de doutor, tem a Google. Se informar é preciso, viver, não. Precisar é necessário, ocupar uma posição. Necessidade ficou acima da vontade, como isso aconteceu, não se sabe, dizem que é culpa da sociedade, que se junta por interesse, por medo e desconfiança, uma espécie de herança, dada de seus antepassados, que com certeza não vieram das árvores, podem até ter vivido nelas. O animal humano conseguiu tudo que queria, tornou a terra vazia, os dias mais quentes, as noites mais frias, acabou com a poesia, acabou com os sentimentos, com os momentos de paz. Ficou angustiado, por ter sido tão omisso com o seu passado, ficou calado, escolheu o caminho mais fácil, o caminho político, o caminho sustentável, o da negociação “o que é bom pra todos é bom pra mim também”... Não. O que é bom pra todos não pode ser bom pra mim. Melhor pra mim ou melhor pros outros? Eis a questão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;Diante de tanta questão importante, surge a questão relevante: onde está deus afinal? Quem tem o controle total? Por que Jesus é a minha salvação, o detergente universal? Por que não consigo me salvar sozinho? Por que preciso sempre do vizinho, de dinheiro emprestado, uma carona, um avalista comercial? Algo único no reino animal: alguém pra dar apoio moral. Não somos um animal carente, somos um animal doente. Doente emocional, queremos o controle total. Um controle divino nas mãos de um menino que mal começou a andar. Mas que já sabe ler e sabe falar, que não enxerga direito, mas pensa muito bem, tá tentando se controlar. Controlar ou não controlar? Eis a questão..&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;Essa eu respondo: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;Controlar o que está errado, a vontade de comer&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;, aquilo que Malthus não havia pensado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: small;"&gt;Deus – Não sei, não sei, o problema é difícil, preciso pensar..esse povo trabalha muito, são muito eficientes.. O que é economicamente viável? O que é sustentável? Que o projeto homo sapiens seja adaptável, que ele não se sinta dono do destino do carbono... Quem sabe não sai dessa confusão uma solução inteligente, daquelas que dignifica a gente...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;img alt="" height="22" src="http://files.clacissismo.webnode.com.br/200000016-42af943a9d/lighton%20slogan%20blog.png" width="59" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNoSpacing" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/14290314367106274-4123015574606787584?l=clacissismo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://clacissismo.blogspot.com/feeds/4123015574606787584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://clacissismo.blogspot.com/2011/08/clacissismo-o-conhecimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14290314367106274/posts/default/4123015574606787584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/14290314367106274/posts/default/4123015574606787584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://clacissismo.blogspot.com/2011/08/clacissismo-o-conhecimento.html' title='Clacissismo - O Conhecimento'/><author><name>Anne Gabrielle</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05872187995909428324</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_lUbYv_wmobQ/TNlWF8PJA3I/AAAAAAAAAQo/TFkm6b94x9E/S220/GORK%2BE%2BGRENN%2BPRO%2BBLOG%2BCLACISSISMO.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
